Saiba tudo sobre as Moções aprovadas pelo Legislativo na última segunda-feira
Durante a sessão ordinária desta segunda, 4, foi apresentada e aprovada moção de apoio em prol da segurança pública do município. A moção apresentada pelo vereador Maurício Loureiro (PDT) busca apoio para reivindicar especial atenção aos policiais civis do município, solicitando que os policiais civis sejam reconhecidos e valorizados à altura do papel fundamental desempenhado em benefício da sociedade gaúcha, com o devido tratamento remuneratório igualitário com as demais carreiras jurídicas e típicas do estado.
A vereadora Simone Lunkes (PDT) apresentou moção de aplauso aos 182 anos da polícia civil do RS e ao dia do delegado. A moção aprovada pelos demais vereadores será enviada ao Governo do Estado prestando reconhecimento aos profissionais da segurança pública, especialmente à Delegada Elaine Maria da Silva (DEAM Santo Ângelo), Delegada Luciana Cunha da Silva (DPPGV Santo Ângelo), Delegada Maria Rosane Fontela Nunes (DP de Entre-Ijuis), Delegado Chefe do Departamento de Polícia do Estado Dr. Fernando Sodré, Delegado Charles Dias do Nascimento (Delegado de Polícia Regional da 13ª Região Policial), Delegado Lúcio Melo (DP de Santo Ângelo), Delegado Rafael dos Santos (DPPA Santo Ângelo), pelo trabalho prestado com dedicação, zelo e proteção, prezando pela vida da população santo-angelense e região.
Foi aprovada moção de repúdio ao CREMERS, apresentada pelo vereador João Cardoso (UNIÃO), pelo fato de Leandro Boldrini retornar às atividades em face ao crime ocorrido. A moção discorre sobre a participação e mentoria de Leandro Boldrini, condenado por homicídio em 2019, e repudia o fato de que o CREMERS informou que o processo “analisa a existência ou não de ilícito ético durante o exercício da atividade profissional, e o Conselho acrescentou que não cabe a eles “julgar atos nas esferas civis e criminais”.
Ainda, foi apresentada pelo vereador Carlos Gonçalves (PRTB), moção de repúdio ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A moção refere-se aos aumentos de ICMS que vem sendo aplicados pelo governo, especialmente quanto ao propagado pela imprensa estadual de aumento da alíquota básica de 17% para 19,5%. O edil justifica que os aumentos prejudicam as classes menos favorecidas da população, que são as mais afetadas quando há quaisquer tipos de aumentos de impostos ou taxas.